Ela bateu em minha vida
E sem que eu a convidasse...
Entrou
Passou a noite à meu lado
E me fez promessas de manhãs de sol
Me encontrou pequena...
Sozinha...
Me fez sorrir...
E se foi...
domingo, 7 de março de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
Quero...
Quero teus dias...
Teus gestos e palavras.
Tua atenção.
Quero-te com sol, a lua e o jantar.
Quero-te púrpura, graciosa.
Timida e torta
Nas pradarias de minhas manhãs.
Teus gestos e palavras.
Tua atenção.
Quero-te com sol, a lua e o jantar.
Quero-te púrpura, graciosa.
Timida e torta
Nas pradarias de minhas manhãs.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O desejo

Ela respirava meus deletérios
Vivendo os sonhos que ignorei
Andando em sombras retas me julgava seu
Uma dia convidei-a a vir até meu mundo
Sem promete-la impérios ou canções
Naquela noite, assustou-la meus roncos
Na manha seguinte, agradou-me seu semblante amarrotado
Ao entardecer... a perdi
E ainda hoje penso em meus supostos erros
Talvez tenha sido minha tão fingida apatia
Ou como disseram suas palavras:
"É preciso ter para sabermos que não queremos".
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
O tempo
O tempo passa...
As pessoas passam
Um relógio gira, um coração bate
Uma mão escreve
E o tempo, Covarde, não cessa de passa...
Esvai-se discreto, mas constante
O futuro me apavora
O passado traz a melancolia das manhas de outono
E o presente um compósito de sensações confusas
Assim o dia perde a cor e o brilho, e a noite toma-nos cínica.
Silêncio.
Todos dormem
E o tempo passa
A vida passa
Eu, com os olhos e a alma abertos,
Tento senti-la vagarosa
Tento retroceder (em vão)
Tento ouvi-la, cantá-la...
Mas me Calo
Deito...
O papel no chão
O corpo nos lençóis
A alma no sono
A vida no tempo...
E o tempo?
Apenas passa...
Covarde
Apático
passa
As pessoas passam
Um relógio gira, um coração bate
Uma mão escreve
E o tempo, Covarde, não cessa de passa...
Esvai-se discreto, mas constante
O futuro me apavora
O passado traz a melancolia das manhas de outono
E o presente um compósito de sensações confusas
Assim o dia perde a cor e o brilho, e a noite toma-nos cínica.
Silêncio.
Todos dormem
E o tempo passa
A vida passa
Eu, com os olhos e a alma abertos,
Tento senti-la vagarosa
Tento retroceder (em vão)
Tento ouvi-la, cantá-la...
Mas me Calo
Deito...
O papel no chão
O corpo nos lençóis
A alma no sono
A vida no tempo...
E o tempo?
Apenas passa...
Covarde
Apático
passa
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Éramos flores
E brincávamos, riamos e nos lamentávamos
Tínhamos cor e brilho
Por mais que algumas vezes as lagrimas – não sei se de nos, não se do céu - nos molhassem a face
Sim! Éramos flores, e deixamo-nos seduzir pelo vento...
Num jogo de magia e som
Apenas flores...
Flores...
Com a serenidade da tarde
Deixava-nos ser levadas, sem saber o que o frio da noite nos reservava
E foi assim que deixamos de ser flores.
Com a noite veio o frio, e veio a incerteza, e veio o escuro, e veio o vazio
Cessamos de sorrir e sentimento nossas pétolas caírem por terra, e o tempo passou e simplesmente deixamos de existir.
Tínhamos cor e brilho
Por mais que algumas vezes as lagrimas – não sei se de nos, não se do céu - nos molhassem a face
Sim! Éramos flores, e deixamo-nos seduzir pelo vento...
Num jogo de magia e som
Apenas flores...
Flores...
Com a serenidade da tarde
Deixava-nos ser levadas, sem saber o que o frio da noite nos reservava
E foi assim que deixamos de ser flores.
Com a noite veio o frio, e veio a incerteza, e veio o escuro, e veio o vazio
Cessamos de sorrir e sentimento nossas pétolas caírem por terra, e o tempo passou e simplesmente deixamos de existir.
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